Poética do Suicídio
Quatro mulheres e um fim
Da metáfora à realidade nua e crua
Caminho até a morte
Já não encantam, se fantasiam, ou revestem-se de luz
Tudo é despido e a crueza de todas as coisas do mundo define
Por fim, a suscetibilidade da carne
Escrever ou morrer
Tic Tac
A caneta exerce sua função, as letras
“Quem sabe?”
o pensamento em rodopio move a retina em busca de mais papel
mantendo o fim à espreita
O recurso de escrever permitirá ainda por mais quanto tempo
o ordenamento do mundo interior?
a água, o gás, os barbitúricos cumprem sua função
um corpo se joga no espaço
Virginia Woolf
Syllvia Plath
Florbela Espanca
Ana Cristina César
reinventaram experiências
com "Gentileza"
com elas herdamos a certeza de que "o jato de sangue é poesia"
Este espaço abriga textos diversos que ilustram minhas reflexões e os sentimentos vividos pela mulher que sou. Trata-se de uma tentativa de compartilhar os anseios, impressões, angustias e realizações referentes àquelas que se constituem mulheres no século XXI.
Quem sou eu
- A mensageira das violetas
- "Uma rosa vermelha não é egoista por querer ser uma rosa vermelha. Mas seria terrivelmente egoista se quisesse que as demais flores do jardim fossem tanto rosas quanto vermelhas" Oscar Wilde - A alma do homem sob o socialismo
Nenhum comentário:
Postar um comentário